NEWMAN SCHUTZE

 
 

NEWMAN SCHUTZE
1960. Adamantina, São Paulo, Brasil


A pesquisa pictórica de Newman Schutze desenvolve-se a partir de sua percepção da representação humana ao relacionar a memória que tinha dos trabalhadores do campo com a sua pesquisa formal sobre o corpo humano. Na década de 1980, suas telas são influenciadas pelo expressionismo abstrato visto na obra de Alsem Kiefer, mas retoma a pintura figurativa na década seguinte. Após esse período, investiga poética do gesto em uma conexão direta com a simplicidade das formas. 

Durante os anos 1990 realiza exposições no Brasil e no exterior, com destaque para uma mostra individual na Galeria Arauco, em Nuremberg, e a mostra Lateinamerika in Deutschland em Colônia, na Alemanha. Além de Nova Iorque e Madri, expõe na Bienal Nacional de Santos, no Museu de Arte de Brasília, no Museu de Arte Contemporânea da Bahia, na Fundação Padre Anchieta em São Paulo e no Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande. Na Galeria Eduardo Fernandes apresenta suas telas e papéis de grandes dimensões em exposições realizadas em 2005, 2009 e 2011.

Natural de Adamantina, ainda na infância muda-se para Marília, também no interior de São Paulo. Graduado em Direito nunca exerceu essa atividade – sua formação artística é como autodidata. Em mais de quatro décadas carreira, o artista foi premiado no Salão Brasileiro de Arte Mokiti Okada no 2º Prêmio Gunther de Pintura e suas obras fazem parte de acervos públicos como o do Museu Victor Meireles em Santa Catarina, do Museu de Arte de Brasília, do Museu de Arte Contemporânea de Salvador, e, em São Paulo, Museu de Arte Primitiva de Assis, do SESC e também do acervo da Fundação Padre Anchieta.

 
 

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Eduardo Fernandes