CLAUDIA MELLI

1966. São Paulo, São Paulo, Brasil

Na fronteira entre o desenho, a pintura e a imagem fotográfica, a artista utiliza em sua recente produção o vidro como suporte para sua delicada ‘poética da atenção’. Enfrenta os limites da percepção, ao desarticular os procedimentos da técnica e dos temas clássicos – como a paisagem –, para a construção de cenas repletas de ausência, esvaziadas de tempo. Sua obra discute ainda os procedimentos fotográficos como enquadramento e luz, e também a questão da autenticidade das imagens.

A exposição individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 2015, reuniu sob a curadoria de Luiz Camillo Osorio, uma síntese de sua trajetória artística em 5 séries distintas. 

Na Galeria Eduardo Fernandes realiza as individuais: Revoadasem 2018, E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música,em 2015 eTudo na vida é um país estrangeiro, em 2011.Em 2009 participou na galeria da exposição coletiva Três Atos, Três Artistas.

Seus trabalhos já foram expostos no Centro Cultural Correios (RJ), Casa França Brasil (RJ), Museu da República (RJ), Parque Lage (RJ) e Galeria Durex (RJ). E suas obras fazem parte de coleções como as do Banco Espírito Santo, Brazil Golden Art – BGA Fund, H. Martins e F. Feitosa e do MAM-RJ – Coleção Gilberto Chateaubriand. 

A artista realizou sua formação artística através de diversos programas oferecidos pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, durante os anos 1990, frequentando aulas de desenho, pintura, gravura e teoria da arte, entre outras. Entre seus mestres destacam-se Luiz Ernesto, Fernando Cochiarale, Charles Watson e Malu Fatorelli.

 

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