MAI-BRITT WOLTHERS

1962. Ringsted, Dinamarca

Aos 24 anos muda-se da Dinamarca para o Rio de Janeiro e durante a década de 1990 instala seu atelier na baixada santista, litoral de São Paulo, em uma região de mata Atlântica. Investiga as florestas Brasileiras em viagens que realiza para a Amazônia e o Pantanal. Em 2008 começa a fazer parte de grupos de estudo em São Paulo quando incorpora um universo poético onírico vinculado à memória em sua produção, seja na pintura, gravuras em metal, esculturas e instalações.

Mai-Britt realizou diversas exposições individuais, entre as quais Hileiano Centro Cultural dos Correios, em 2010, e Equações, no Centro Cultural São Paulo em 2014. Também participou da X Bienal Nacional de Santos, em 2006, e da XI Bienal do Recôncavo, na Bahia em 2011. Em 2016 foi convidada para expor na Galeria Lamb-arts em Londres e no ano seguinte foi selecionada para integrar o tradicional salão de arte Charlottenborgs Spring-exhibition,no Charlottenborgs Kunsthal, em Copenhague. 

A Galeria Eduardo Fernandes em 2015 apresenta a exposição Azul no Negro, com as obras produzidas na expedição que Mai-Britt realizou ao rio Negro amazônico. Em 2010, a galeria apresenta Hileia, exposição derivada da pesquisa sobre as florestas brasileiras ocasião em que foram apresentadas a primeira edição da série de 12 gravuras em metal.

Possui obras em acervos institucionais como os do Senac e do Centro Cultural São Paulo (CCSP), em São Paulo, do Centro Cultural dos Correios (RJ), da Prefeitura Municipal de Gribskov na Dinamarca, do  Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande (MS) e do Instituto Figueiredo Ferraz em Ribeirão Preto. 

 

EXPOSIÇÕES